( aqui no blogue mensalmente ás 4ª. feiras )
A história da
máquina de fazer notas de 100 euros
Joaquim Baliza era um abastado agricultor de Aldeia Galega , e um negociante exímio . No interior da janela da sua casa assim como em muitas outras lá se viam expostas as “peças” de frutas, legumes ou hortaliças, que os agricultores vendiam, sendo que o negócio era feito nas suas próprias casas . Este era um dos métodos tradicionais de venda, muito comum naquela época .
Só que o Ti Jaquim [ Joaquim Baliza] , como era conhecido , não
só vendia os seus próprios produtos mas e também os de outros agricultores, já
que ele lhes comprava regularmente algumas colheitas , para afastar assim
alguma concorrência.
No seguimento desta sua actividade,
o Ti Jaquim envolvia-se em muitas negociatas no antigo Mercado do Pinhal Novo,
onde numa dessas suas idas ao Mercado, onde o Ti Jaquim era já bem conhecido
pela sua destreza negocial, pelo que alguém lhe confidenciou que tinha , para vender,
uma máquina de fazer notas de 100 euros . Claro que isto despertou os
sentidos do Ti Jaquim que de imediato acompanhou o outro a um recanto do
Mercado para lhe mostrar a máquina .
Já a chegar a casa o Ti Jaquim
confronta-se com o seu amigo Vitorino, que residia ali perto dele, e convida-o
a entrar em casa para lhe mostrar a caixa milagrosa. De imediato o Ti Jaquim
põe-se a dar à manivela e começaram a sair notas de 100 euros autênticas ,
mas apenas só 5 notas já que depois nada mais saia a não ser papéis em branco .
Desmanchada a caixa o Ti Jaquim viu
então que não havia lá mais notas mas apenas papel que saia por accionamento de um rolo cilíndrico que era movimentados pela manivela exterior da caixa .
Esta história poderia ter terminado
logo ali não fosse o amigo Vitorino espalhar a notícia entre fazendeiros e
agricultores e ali por toda a vizinhança .
E a partir dali o Ti Jaquim ficou a
ser conhecido pelo Mi Cem , alcunha esta que o arreliava , um pouco … !
Isso também eu queria, ah
ResponderEliminarah, ah ,ah🤑💵💶💷💸