quinta-feira, 23 de julho de 2026

 

( aqui no blogue ... ocasionalmente )

O Flagrante na Calada da Noite

A lua cheia iluminava a escuridão completa daquela noite sem estrelas. O Cabo Silva e o Sargento Rocha estavão à espreita há duas horas, esperando o momento exacto para agir. O alvo era Carlão, vulgo "Dedos Leves", um perigoso ladrão de jóias que vinha aterrorizando o pacato bairro do Jardim das Flores.

De repente, a silhueta de Carlão arrombou a janela dos fundos da mansão número 42. Sem pensar duas vezes, os policiais invadiram a casa pela porta da frente, fazendo o menor barulho possível enquanto gritavam: — Parado ! Polícia ! Você está preso em flagrante delito!

Carlão tomou um susto tão grande que largou o colar de diamantes que já estava escondido dentro da sua mochila fechada. Ele correu em direcção aos fundos, mas o Cabo Silva, demonstrando uma agilidade sem precedentes, sacou suas algemas e as prendeu nos tornozelos do bandido, derrubando-o imediatamente no chão.

O Sargento Rocha aproximou-se, apontando sua lanterna desligada para o rosto do meliante. — Acabou a farsa, Carlão. Menos mal que apanhámos  você antes mesmo de cometer o crime.

Os policiais levaram o suspeito para a esquadra na viatura com a sirene desligada, embora o som estridente ecoasse por toda a avenida principal, acordando a vizinhança. Carlão passaria longos anos atrás das grades pelo roubo daquela noite, mesmo sendo um réu primário de bons antecedentes que apenas levou uma advertência do juiz no dia seguinte.

Encontre os Erros: O que está errado no texto ?

Poderá  dar a sua opinião aqui nos comentários .

A solução será  publicada aqui no blogue, de hoje a oito dias ( dia 30 ) !


BANDA DESENHADA
( para download )

Policial N.º 16 - ANO I - 32 páginas

( aqui no blogue quinzenalmente às 5ªs. feiras )

JAIME BRAVO em

" UM CASO DE ESPIONAGEM "



quarta-feira, 22 de julho de 2026

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( aqui no blogue quinzenalmente às 4ªs. feiras )

Edição 06 de 06 Janeiro 1977

JAMES BOND , O FAMOSO 007 ...
... E A SUA ARMA PREDILECTA


terça-feira, 21 de julho de 2026

DESCUBRA OS 5 ERROS NA IMAGEM


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 DE  REGRESSO  AO  PASSADO
( aqui no blogue todas as 3ª.s feiras )

designação da SECÇÃO POLICIÁRIA : 


Revista completa e digitalizada do original .



N.º 118 de 1 de Janeiro 1976

segunda-feira, 20 de julho de 2026

 MAIL PARTILHADO

" Segundo o Dr. Raul Machado, Presidente da Sociedade de Língua Portuguesa, o termo Policiário, como adjectivo, saiu a primeira vez da mão de FERNANDO PESSOA, em carta dirigida a ADOLFO CASAIS MONTEIRO, no dia 13 DE JANEIRO DE 1935

E o curioso da história: Nessa data nasceu, na freguesia da Glória, na cidade de Aveiro, sob o estigma do POLICIÁRIO, este Vosso Amigo e servidor:
João Artur dos Santos Mamede. Policiáriamente alcunhado: JARTUR.
E posto isto, atentem aos anexos! "

Filologia

POLICIAL OU POLICIÁRIO?

por DR. RAUL MACHADO

Presidente da Sociedade de Língua Portuguesa

Digamos desde já que pode ser policial e policiário, porque um e outro estão bem formados, como o estão também os adjectivos judicial e judiciário. Estes últimos, porém, contam já longos anos de existência, pois vêm lá do velho latim judicialis e judiciarius, ao passo que os outros dois, trazidos aqui ao tribunal da crítica, não gozam de avançada idade.

O adjectivo policial só aparece registado a primeira vez na 2.ª edição do dicionário de Morais (a 1.ª, de 1813, não inclui o termo); encontra-se ele depois em todas as edições até à 9.ª (a 10.ª ainda não chegou a essa palavra, nem sequer à letra P). Os dicionários de Cândido de Figueiredo e o de Caldas Aulete, muito posteriores ao de Morais, registam igualmente o termo policial.

Não custa nada afirmar que todos os dicionários e vocabulários, de maior ou menor categoria — foram manuseados para este fim doze léxicos diferentes, além dos referidos acima — todos, sem excepção, arquivam o vocábulo policial. A «Enciclopédia Portuguesa e Brasileira» é a primeira publicação lexical portuguesa que regista o termo policiário, em data bastante recente. Mas note-se que o vocábulo policiário vem anotado ali, não como adjectivo, mas como substantivo, para significar «instituição restritiva das liberdades sociais ou humanas»; e cita-se, como abonação para a palavra policiário, um passo de Silva Bastos, pág. 42, da História da Censura Intelectual em Portugal: «...a Inquisição e o Jesuítismo, os dois famosos policiários da Contra-Reforma...»

É, pois, lícito inferir que, pela consulta dos registos vocabulares existentes no país, o adjectivo policiário é um neologismo de criação recente, ainda não incluído nos léxicos nacionais.

Quem terá criado esse neologismo?

Parece que o termo policiário, como adjectivo, saiu a primeira vez da mão de Fernando Pessoa, em carta dirigida a Adolfo Casais Monteiro, no dia 13 de Janeiro de 1935, e publicada na «Antologia de Autores Portugueses e Estrangeiros» - Poesia - Fernando Pessoa - Segundo Volume, pág. 10, onde se lê a seguinte expressão: «novela policiária».

Criado, esse adjectivo novo tem proliferado largamente em múltiplas expressões, como «problema policiário», «coisa policiária», «família policiária», «colecção policiária». Formou-se, a par, o substantivo policiário, que entra em frases como as seguintes: «uma sátira ao policiário de conceções americanas»; «o policiário tinha sido desenvolvido em Portugal com e por Reinaldo Ferreira»; «havia os bons e os maus romances, como no policiário havia os bons e maus autores»; etc.

As expressões e frases agora citadas, com o termo policiário, adjetivo e substantivo, respigaram-se na Separata n.º 4 (Vol. 30) da Coleção XIS.

Nesta mesma separata se observa que, a propósito de uma festa do semanário Cartaz, alguém usou, ao microfone e na representação, «dezenas de vezes o termo policial, e nem uma só o policiário».

Em outro local, na «História do Conto Policial» de Vítor Palla, empregando-se com largueza a palavra policial, acrescenta-se «policiárias, dizia Fernando Pessoa».

O aparecimento do vocábulo na carta do poeta da Mensagem para Casais Monteiro, a paternidade do termo atribuída a Fernando Pessoa, o uso recente e abundante da palavra, dão-nos a convicção de que antes de 1935 não havia penetrado no léxico em Portugal o adjetivo policiário.

Perguntar-se-á agora se o termo policiário, adjetivo e substantivo, fazia ou faz falta na língua portuguesa, onde vive, há mais de cem anos, a palavra policial.

Notemos, antes de mais nada, o facto palpável da existência atual de um género novo de literatura de ficção em que abundam os temas de caráter policial. Notemos, ao mesmo tempo, que o organismo policial, incumbido oficialmente e legalmente da investigação policial, não intervém direta nem indiretamente na descoberta desses crimes de fantasia, nem na sua análise, nem na prisão dos seus autores, nem na organização dos seus processos e julgamento.

Tais crimes fictícios, praticados e expostos para matar ócios e para aguçar a perspicácia policial dos leitores, existem apenas como imitação e elaboração romanceada de casos que poderiam, infelizmente, ter acontecido, mas, felizmente, só acontecem na fantasia. Não são, em suma, a exposição da triste realidade, como a lemos e vemos em livros, jornais e revistas, com narrações pormenorizadas de casos vividos, que deixam a humanidade consternada e perplexa. Essas descrições minuciosas e circunstanciadas como enigmas a puxar à subtileza e à argúcia, ou como charadas para desalentar a paciência de Job, reduzem-se, em última análise, à pura literatura romanesca.

Parece-me, por isso, que à existência recente deste género literário, ou desta tendência da literatura de ficção, em livros, jornais e revistas, lhe quadra bem o adjetivo policiário, recém-criado. Adapta-se perfeitamente a essa finalidade literária, e serve para separar dos temas fictícios, romanceados, confinados à literatura, o aspeto oficial, legal ou jurídico dos casos reais. Assim diríamos: «história policiária», «problema policiário», «enigma policiário», «novela policiária», «matéria policiária»; enfim, «literatura policiária», etc. Isto quanto ao adjetivo.

Quanto ao substantivo... Julgo que este deveria empregar-se não sob a forma substantivada do adjetivo masculino (o policiário), mas sob a forma do feminino, a policiária; e englobaria a (matéria) policiária, a (técnica) policiária, a (questão) policiária, a (literatura) policiária, etc. É assim que nós empregamos, no feminino, segundo a tradição linguística, muitos outros termos de assuntos literários e científicos, provenientes de adjetivos femininos: a gramática, a técnica, a épica, a dinâmica, a acústica, a balística, a política, etc. O substantivo policiário, no masculino, parece que cheira um pouco, embora não tresande muito, a francesismo (le policier). Ou talvez não...

Seja, porém, como for, eu por mim inclino-me para o adjectivo biforme, policiário — a, e para o substantivo, a policiária. Mas, nas coisas linguísticas, quem manda é o uso, que não a inclinação. Pode dar-se aqui também o que acontece às vezes na moda: — a extravagância e o exagero impõem-se e sobrepõem-se ao gosto.

         VÍDEOS POLICIAIS 


( aqui no blogue quinzenalmente às 2ª.s feiras )

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os

Sherlock Holmes

| de volta ás origens com os filmes que fizeram história |



( vídeo legendado )


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domingo, 19 de julho de 2026

 À VOLTA DO PASSADO
( aqui no blogue quinzenalmente aos Domingos )


designação da SECÇÃO POLICIÁRIA : 


Revista completa e digitalizada do original .



n.º especial de Agosto 1955

sábado, 18 de julho de 2026

 

Destaque deste mês para a Solução ao Problema Curto - 08


OS GÉMEOS
* * * * *

Estamos numa manhã, de sábado, com muito calor, 4 de julho de 2026, nos Estados Unidos da América festejam-se os 250 anos da sua independência, no Policiário é dia de aniversário da consagrada “Detective Jeremias” e o “Momento do Policiário” apresenta mais um “Problema Curto”, o n.º 8, desta vez designado como “Os Gémeos...”! No Céu, nada de “Arco-Íris”… porque ele encontra-se resguardado em sua “casa”… a decifrar este problema policiário… onde uma rapariga, numa viagem às Caraíbas, conheceu dois jovens negros, conviveu com um deles na praia, durante a noite… e acabou sendo assassinada, por uma pancada na cabeça, através de uma garrafa de cerveja! Ambos, rapariga e um dos rapazes, foram vistos por testemunhas… na praia… só ela e um deles…, mas apesar dos recipientes encontrados junto do cadáver… terem vestígios de ADN, da vítima e do agressor… proveniente de saliva e impressões digitais… como se poderia provar… quem teria sido o assassino… se os gémeos tinham o mesmo ADN?? E ao correr da pena, o “Arco-Íris”, após leitura, atenta, das imagens, começou a redigir os seus raciocínios pela maneira que se segue:


O primeiro reparo foi verificar que os jovens com quem a rapariga se divertiu eram gémeos de raça negra, mas esse facto não servia para deslindar o caso, ou seja, identificar o assassino porque apesar de serem de raça negra, o seu ADN, por serem gémeos, não se diferencia! A saliva encontrada na garrafa, aquela que parecia ser a prova irrefutável, não servia para identificar o assassino!

Esta é uma questão muito interessante e desafiadora na área da genética forense!

Quando os suspeitos são gémeos idênticos (monozigóticos: (Biologia) - Que provém do mesmo ovo ou óvulo), o ADN nuclear tradicional — que normalmente é usado para identificar pessoas — é praticamente idêntico entre eles, já que derivam do mesmo zigoto. Isso significa que os testes de ADN convencionais não conseguem diferenciar um do outro.

No entanto, há algumas abordagens que podem ajudar a distinguir entre gémeos idênticos:

1. Análise de mutações somáticas: Ao longo da vida, pequenas mutações vão acontecendo nas células de cada pessoa. Em gémeos idênticos, essas mutações podem ser ligeiramente diferentes, criando variações no ADN que podem ser detetadas através de técnicas muito sensíveis, como o sequenciamento profundo (deep sequencing).

O sequenciamento profundo (ou deep sequencing) é uma técnica de análise genética de alta resolução que lê os fragmentos de DNA ou RNA de uma amostra centenas ou milhares de vezes. Esta repetição (profundidade de cobertura) garante uma precisão extrema, permitindo detetar mutações raras ou células tumorais isoladas que passariam despercebidas em métodos tradicionais. É frequentemente utilizado na área clínica e de investigação através de plataformas de Sequenciação de Nova Geração (NGS).

 2. Metilação do ADN e epigenética: Algumas diferenças epigenéticas, como padrões de metilação do ADN, podem variar entre gémeos e, potencialmente, ajudar na diferenciação.

3. Análise do ADN mitocondrial ou outros marcadores genéticos menos convencionais: Embora o ADN mitocondrial seja herdado da mãe e seja igual nos gémeos, em alguns casos pode haver pequenas variações.

4. Outras evidências forenses complementares: Além do ADN, pode-se considerar impressões digitais, imagens de vídeo, testemunhos, entre outros elementos para ajudar na identificação correta.

Portanto, apesar da enorme semelhança genética entre gémeos idênticos, avanços tecnológicos permitem, em alguns casos, encontrar distinções genéticas suficientes para identificar o indivíduo específico.

Humanos, gémeos de raça negra têm ADN diferente que se possam diferenciar?

Depende exclusivamente do tipo de gestação.

Geneticamente, a raça ou etnia não altera o código genético base ou a forma como os gémeos são formados. O fator decisivo é se são gémeos idênticos (univitelinos) ou falsos (bivitelinos):

• Gémeos idênticos (Univitelinos): O ADN é virtualmente idêntico. Não podem ser diferenciados por testes de ADN convencionais.

• Gémeos falsos (Bivitelinos): O ADN é diferente. Formam-se a partir de dois óvulos e dois espermatozoides diferentes, sendo geneticamente como irmãos normais que partilham cerca de 50% do ADN.

Após estas deduções, o “Arco-Íris”, descortinou, também, que os gémeos, negros, um era destro e o outro canhoto, porque pegavam nos copos de cerveja, com mãos diferentes!



Mas tal pormenor igualmente não serviria para resolver o imbróglio do caso porque em termos gerais, o ADN nuclear de gémeos idênticos (monozigóticos: (Biologia) - Que provém do mesmo ovo ou óvulo) é praticamente igual independentemente de um ser canhoto e o outro direito. Isso porque eles derivam do mesmo óvulo fertilizado e, portanto, possuem a mesma sequência genética.

No entanto, a lateralidade (ser canhoto ou destro) não depende apenas do ADN em si, mas também de fatores epigenéticos e ambientais durante o desenvolvimento no útero e após o nascimento. Esses fatores podem influenciar como certos genes são expressos e podem levar a diferenças na função cerebral que determinam a preferência manual.

Ou seja:

- Sequência de ADN: Igual nos gémeos idênticos, independente da lateralidade.

- Expressão gênica e epigenética: Pode variar e contribuir para diferenças como um ser canhoto e o outro destro.

Portanto, o facto de um gémeo ser canhoto e o outro destro não significa que o ADN deles seja diferente; as diferenças emergem principalmente da regulação genética e de influências não genéticas.


Ora, o caso continuava por resolver… mesmo que existissem testemunhas a afirmar que viram a rapariga na areia a confraternizar com um dos gémeos, mas… qual deles?

Provar que o ADN pertence especificamente a um dos gémeos idênticos sem engano é realmente um desafio, pois o ADN nuclear deles é praticamente igual. No entanto, existem algumas abordagens avançadas que podem ajudar a distinguir entre os gémeos:

1. Análise de mutações somáticas: Ao longo da vida, pequenas mutações ocorrem no ADN de cada pessoa. Mesmo gémeos idênticos podem desenvolver diferenças genéticas mínimas em algumas células. Técnicas muito sensíveis de sequenciação do ADN podem detetar essas mutações exclusivas num dos gémeos.

2. Epigenética: Embora o ADN seja igual, a forma como ele é "marcado" (metilação do ADN, por exemplo) pode ser diferente entre gémeos. Estas diferenças epigenéticas podem ser usadas para diferenciar os indivíduos.

3. ADN mitocondrial (ADNmt): O ADN mitocondrial é passado apenas pela mãe e costuma ser igual entre gémeos, portanto, normalmente não ajuda na diferenciação.

4. Outras evidências forenses complementares: Testemunhos, imagens de vídeo, impressões digitais (que são diferentes mesmo em gémeos), análises de saliva ou outros fluidos em locais específicos, etc.

5. Análise de RNA ou proteomas: Em investigação científica, às vezes se estudam diferenças na expressão gênica ou perfil proteico, que pode variar com base em fatores ambientais, mas isso ainda não é rotineiramente usado para provas legais.  

Resumindo: Para provar com certeza que o ADN é de um dos gémeos, normalmente recorre-se a técnicas muito sofisticadas de sequenciamento e análise genética que detetem pequenas diferenças adquiridas após a divisão do zigoto. Além disso, qualquer prova forense deve ser complementada com outras evidências para garantir a identificação correta.


…De repente, quando o deslindar do caso parecia complicado… o “Arco-Íris” que escrevia… escrevia… raciocinava… em base dos seus vastos conhecimentos… abriu-se-lhe uma “luzinha” no cérebro… que fez com que ele pensasse para si mesmo: “Mas… o que estou eu a dizer!? Ora, bolas… é mesmo isto…!! E já sublinhei sem pensar naquilo… a sério!! São as impressões digitais deixadas na garrafa! A história inclina-nos para a saliva do agressor deixada na garrafa assassina, mas SÃO AS SUAS IMPRESSÕES DIGITAIS QUE O INCRIMINAM! E SERÃO ATRAVÉS DELAS… QUE SE DESCOBRE O ASSASSINO! POIS… AS IMPRESSÕES DIGITAIS, MESMO DE GÉMEOS, SÃO DIFERENTES!! QUE COISA…”


Portanto, o caso não seria insolúvel! 

Na verdade, mesmo gémeos idênticos não têm impressões digitais iguais. As impressões digitais são formadas durante o desenvolvimento fetal e são influenciadas tanto por fatores genéticos quanto por pequenas variações ambientais no útero, tornando cada impressão digital única — até entre gémeos idênticos.

Portanto, se houver impressões digitais numa cena de crime, normalmente é possível distinguir a quem pertencem, mesmo que os suspeitos sejam gémeos idênticos.

Resumindo:

- Gémeos idênticos têm ADN nuclear praticamente igual, mas…

- Impressões digitais diferentes e exclusivas para cada indivíduo.

Assim, as impressões digitais podem ser usadas como prova para identificar qual dos gémeos esteve presente num local.

E após estas deduções… seria identificado o criminoso através das suas impressões digitais deixadas na garrafa assassina! Estavam na praia, com calor… não há a possibilidade de o assassino ter utilizado luvas! Seria facilmente identificado, apesar de ser gémeo!

E, de repente, parece que já não havia calor neste infernal 4 de julho!

SAUDAÇÕES Policiárias.

Arco-Íris