| Um crime com horas certas |
A Esposa : Anos suportando um casamento …
O
Mordomo : O
homem que sabia de tudo…
O
Sobrinho : O
herdeiro pródigo …
A Governanta : Sempre silenciosa …
Quem você acha que tem o ÁLIBI MAIS FRACO nesta história ?
( aqui no blogue mensalmente ás 4ª. feiras )
REENCONTRO
O
dia nascera cinzento, estranho, um dia sem interpretação, mas fora o dia em que
saíra do hospital. Apanhou o autocarro para o bairro onde habitava, e procurava
a casa, onde apesar de ter as rendas todas pagas, a senhoria lhe movera uma acção
de despejo, por não gostar do seu sorriso, dizia ela. Ao apear-se, viu a
vizinha que era simpática com ele e o tratava bem, com amizade. Ela ia
distraída, mas ao ouvir passos, levantou a cabeça e disse-lhe: ‒ Bons olhos o
vejam. Pronto para outra?
‒ Oxalá que não, pelo menos sem primeiro recuperar
bem desta, que me pôs entre a vida e a morte. ‒ É, pensei que o não voltasse a
ver com vida, a medicina atual faz milagres. ‒ Estava todo partido.
Praticamente sem conserto, mas continuo para grande infelicidade geral, a
incomodar a humanidade.
‒ Vem até minha casa grande “coirão” ‒ disse-lhe a
amiga. Tu não sabes, mas comprei um casal, ‒ continuou ela ‒ casa armazém e
palheiros tudo remodelado.
A parte cultivável toda amanhada, é um mimo, é um
gosto. Desratização efectuada. ‒ Muito me apraz ouvir-te Maria. Regozijo-me com
a tua felicidade. E é perto o teu casal? ‒ Mesmo indo a pé, é um instante, não
desperdices o teu rico dinheirinho num hotel, vem passar uns dias comigo, e
podes-me ajudar na lavoura e a recolher a colheita. ‒ E tens café? Não te
recordas?
Da mesma maneira que um tractor não funciona sem gasóleo, eu não
funciono sem café, esse bravo estimulante para o trabalho! ‒ Tenho um lote de
café com uma aroma, que mesmo aspirada ao de leve, é capaz de ressuscitar
qualquer defunto recém enterrado. ‒ Só acredito provando! E foram os dois a pé
pela vereda fora, depois pela serventia de terra batida de acesso ao olival, à
vinha e depois à casa.
Detective Balld Dkall
Quer ver o seu conto aqui publicado ? Envie-o para viroli@sapo.pt ! Desde já aqui fica o agradecimento por ter reservado algum do seu tempo para manter aqui a HORA do CONTO ... !
O
número de sinais que os assaltantes utilizam para saber quando assaltar está a
aumentar. Actualmente, nova simbologia é utilizada para saber qual a melhor
altura para arrombar uma casa. Os ladrões têm técnicas para descobrir se uma
casa está habitada ou não, dessa forma, é aconselhável que peça a um familiar
ou vizinho de confiança que entre em sua casa e a inspecione para desviar a
atenção dos ladrões.
Aqui
fica os sinais mais comuns utilizados pelos assaltantes para comunicarem:
Contudo, é preciso ter em
conta que os assaltantes não vão deixar estes sinais com tamanho grande e
bastante visíveis, antes pelo contrário. Deve procurar fazer uma ronda por
sinais como os indicados com alguma frequência e com principal atenção para os
cantos, campainhas, vasos de flores ou locais de difícil acesso.
2. Alojamento de Férias
participações (02) | totalistas (01)
2. Alojamento de Férias
1.Brycen (
está sentado na cadeira )
isola linha 2 e coluna 1
2.Dan ( estava ao lado de uma planta e estava numa cama )
isola linha 3 e coluna 6
3.Arianna ( estava ao lado de uma televisão )
isola linha 6 e coluna 2
4.Evan ( estava ao lado de uma cama )
isola linha 4 e coluna 5
5.Colleen ( estava na casa de banho )
isola coluna 4
Arianna fica
sozinha com Virgil , é ela a assassina
EGO
Junto envio a minha segunda solução, há 2 cenários possíveis, mas o assassino é o mesmo.
MANDRAKE MÁGICO
Na prova Murdoku n.º 2, por exclusão de partes sobra-me a ARIANNA, a assassina !
ARCO-ÍRIS
...O assassino, neste caso, assassina...
é a ARIANNA... porque é a única que se encontra... só... na companhia da
vítima... o VIRGIL… na SALA DE ESTAR!!
( E como mandam as regras... é a assassina ! )
»»» Segue mapa em anexo)
A solução é Ariannna
EBENTO
No Murdoku nº 2, o assassino é a Ariannna
MALI
A VIRTUDE DA DÚVIDA
O "Policiário" tem, de facto, "daquelas
coisas". A maior arma de quem investiga ou analisa a realidade não é a
certeza absoluta, mas sim a dúvida
metódica.
Saber que o que parece correcto pode ser apenas uma
miragem dos nossos próprios pressupostos é o que distingue a pressa da vagareza
na análise.
No fundo, a reflexão convida-nos muitas das vezes a dar um passo
atrás, antes de avançarmos por um caminho desconhecido com um argumento forte
na mão, sem se questionar se o chão que pisamos é feito de factos ou apenas de ideias.
MURDOKU | 3. O pequeno-almoço inglês
Os intervenientes